[Revista Digital] Os prejuízos da falta de coeficiente emocional | Claudia Schaffer

Nos debates sobre o bem-estar, qualidade de vida e sucesso pessoal e profissional, a Inteligência Emocional ganha cada vez mais destaque.
As pessoas passam anos se debatendo com o estresse do dia a dia e com situações de pressão, que geram ansiedade e impactam diretamente suas vidas, interferindo na forma com que lidam com outras pessoas e consigo mesmas.
O alto número e estímulo de tarefas diárias, as responsabilidades, o sentimento de pressão, impotência e incapacidade geram dificuldades que nos fazem acreditar que não somos capazes, que não somos bons o bastante. Essas emoções podem impactar na qualidade das relações sociais, produzindo inúmeros problemas caso não haja coeficiente emocional para autocontrole.

Como eu sei se eu tenho baixo coeficiente emocional?
Fique atento aos comportamentos que indicam falta de paciência para explicar ao outro o que você deseja e como você se faz entender.
Reclamações constantes e culpar outras pessoas pelas dificuldades, não se importar com os sentimentos alheios, inconstância de sentimentos (pensamentos e atitudes mudam com frequência), não reconhecer as fraquezas ou, na situação oposta, não reconhecer os potencias, as qualidades.

Quais são os prejuízos da falta de coeficiente emocional?
Nossos pensamentos e emoções estão ligados ao nosso corpo físico, por isso, muitas vezes nossa imunidade baixa em momentos de preocupação e estresse e, então, fatalmente adoecemos: é ele, nosso corpo, obrigando-nos a fazer uma pausa para seu restabelecimento.
A ansiedade, o estresse, a dificuldade de se desligar e relaxar e encontrar o ponto de equilíbrio em meio ao vendaval de coisas que acontecem à nossa volta impactam diretamente a saúde e o desenvolvimento de doenças emocionais de diferentes intensidades, que podem desencadear doenças mais sérias se não forem corretamente diagnosticadas e tratadas.
Uma mente saudável é fundamental para um corpo saudável e a associação de ambos nos proporciona bem-estar e eficiência.
Um bom nível de coeficiente emocional é importante para saber lidar com as dificuldades dos relacionamentos pessoais e profissionais, com a educação dos filhos e consigo mesmo, pois, muitas vezes, o nosso pior inimigo somos nós mesmos.
A Inteligência Emocional é necessária para gerar crescimento e amadurecimento e proporciona uma vida harmônica. Inteligência Emocional diz respeito ao equilíbrio produtivo positivo, um equilíbrio que faz você produzir, mas de forma positiva, a fim de não desgastar sua vida como um todo.

Como melhorar o seu coeficiente emocional?
Talvez você esteja se perguntando como conhecer os meios e as ferramentas para melhorar o seu coeficiente emocional e se tornar uma pessoa mais feliz e produtiva.
Não é novidade que inúmeros brasileiros têm investido em Coaching.
O Coaching é um processo evolutivo capaz de ser aplicado em qualquer contexto pessoal, profissional ou empresarial.
O impacto positivo que o processo de Coaching causa na vida das pessoas é enorme. Vejo pessoas mais equilibradas emocionalmente e se amando mais depois que descobriram o verdadeiro significado, a importância e como aplicar autoestima em suas vidas, respeitando-se mais e não aceitando relacionamentos tóxicos, seja na vida pessoal ou profissional. Isso me deixa muito feliz e realizada com o meu trabalho!
O Coaching pode aprimorar o seu coeficiente emocional e você vai aprender a lidar com as suas emoções e com situações de pressão.

Como profissional capacitada e habilitada para tal, posso te ajudar a contornar as seguintes situações:
– Insegurança;
– Autossabotagem;
– Nervosismo;
– Baixa autoestima;
– Falta de autocontrole;
– Ansiedade.

E, com isso, você conseguirá:
– Agir de maneira adequada em situações de estresse e pressão;
– Melhorar os seus relacionamentos interpessoais no trabalho, em casa, com amigos ou em outras situações de convívio social;
– Combater a procrastinação e a autossabotagem, focando nos seus objetivos;
– Saber a hora certa de dizer não para se autopreservar de desgastes desnecessários;
– Controlar os seus sentimentos e as suas reações;
– Combater a procrastinação e a autossabotagem, focando nos seus objetivos;
– Reprogramar as crenças que limitam o seu crescimento pessoal e profissional.

A Inteligência Emocional contribui para que tomemos consciência de que a vida é uma troca de aprendizados, e que o aprendizado é contínuo e necessita de muita paciência e foco, o que proporciona maior qualidade de vida pessoal e profissional.
O que Daniel Goleman, considerado o pai da Inteligência Emocional diz sobre a Inteligência Emocional?
Para o pesquisador Daniel Goleman, Inteligência Emocional é a combinação de dois pilares.
O primeiro são as competências emocionais sociais: a capacidade de você se conectar com o próximo e com a sociedade.
E o segundo são as competências emocionais pessoais: a capacidade de se conectar de forma harmônica e amorosa consigo mesmo.
A Inteligência Emocional é necessária para gerar crescimento no ambiente de trabalho de forma harmônica. Inteligência Emocional diz respeito ao equilíbrio produtivo positivo, um equilíbrio que faz você produzir, mas de forma positiva, a fim de não desgastar sua vida como um todo.
Para dar continuidade a esse assunto, preciso contar a você uma história. Uma senhora chegou para mim e disse:
“Claudia, desculpa, mas esse negócio de amar ao próximo, amar a si mesmo, competência emocional pessoal e competência emocional social não funciona muito.
Porque amei meu marido demais, casei com 25 anos, ele quis que eu largasse a faculdade, larguei. Ele quis que eu não trabalhasse, não trabalhei.
Ele quis que eu me afastasse dos meus amigos e da minha família (ciumento) e me afastei.
Tive três filhos homens, cuidei dos três e do marido.
Hoje, tenho 55 anos, e meu marido me trocou por uma menina de 25. Como é que você fala em se conectar em harmonia? Comigo não funcionou”.
Eu disse:
“Vera (nome fictício para preservar a identidade), funcionou e funciona com eficácia.
Veja bem: um avião precisa de duas asas para voar. A primeira asa representa como você se trata (competência emocional pessoal). E a outra como trata as pessoas (competência emocional social). Nesse quesito, você foi muito bem, fez todas as vontades do seu marido, dos seus filhos, e isso não é problema. O problema foi quando você esqueceu de si, tomou decisões terríveis, parando e largando seus sonhos, não se amando, tornando-se empregada doméstica do seu marido e dos seus filhos, não trabalhando, não realizando”.
Quando essa esposa não se conecta com o próximo, com o marido, com os filhos, com as pessoas, vivendo apenas o seu mundo, os seus objetivos, o que acontece?
Acaba tornando-se uma pessoa sem importância, sem valor, uma pessoa que, se desaparecesse do mundo, não faria falta, porque só está conectada com ela mesma. Esta esposa precisaria ter um novo equilíbrio para prosperar na vida. Em todos os aspectos, essa é a verdade, essa é a estruturação do sucesso, de uma vida equilibrada, produtiva e positiva, e qualquer um pode conseguir.
O que aconteceu com a Vera pode acontecer também nas empresas.
Não há problemas quando um funcionário se doa totalmente à empresa, trabalhando dez, 12, 15 horas por dia. O problema é quando ele se esquece dos sonhos, dos objetivos, da saúde e da família. Em algum momento, ele vai pagar o preço dessa atitude.
Se a Vera tivesse ido à academia todos os dias, se tivesse estudado, trabalhado e se conectado com seus objetivos e consigo mesma, tudo seria diferente.
A Inteligência Emocional é necessária para gerar crescimento e uma vida harmônica, porque nos coloca em contato com nosso lado mais humano.
Inteligência Emocional diz respeito ao equilíbrio produtivo positivo, um equilíbrio que faz você produzir, mas de forma positiva, a fim de não desgastar sua vida como um todo.
É preciso ficar atento e entender a estrutura e a importância da Inteligência Emocional.

 

Claudia Schaffer
Secretária Executiva, Escritora, Palestrante
Mentora de Carreira e Life Coach
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E-mail: claudia.schaffer@claudiaschaffer.com
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