[Revista Digital] Inteligência Emocional | Ingrid Rabelo

Hoje, o avanço tecnológico, aliado ao idioma Inglês, faz da Secretária Executiva uma verdadeira Assessora do executivo, tornando-a uma profissional indispensável e cada vez mais valorizada dentro das empresas. Por isso, é necessário que estes profissionais percebam que seus conhecimentos e a velocidade da Tecnologia da Informação
e da linguagem precisam ser compatíveis para que se obtenha o sucesso profissional.

Um profissional inteligente não é aquele que obtém todas as informações necessárias, e sim o que desenvolve ideias, deixa escolhas, demonstra estratégias, expõe soluções e transparece equilíbrio.

Pode-se dizer que a inteligência é algo difícil de se mensurar. Existem inteligências diversificadas e umas mais evidenciadas do que as outras. A cultura brasileira, porém, valoriza demais a inteligência lógico-matemática, e ser inteligente geralmente está associado a um bom desempenho em áreas ligadas à inteligência emocional. Porém, o fato de não se ter habilidades em uma determinada faculdade não significa ser inteligente.

A teoria das inteligências múltiplas de Howard Gardner (1994), elaborada a partir dos anos 1980, é uma alternativa para o conceito de inteligência como uma capacidade inata, geral e única, que permite aos indivíduos um desempenho, maior ou menor, em qualquer área de atuação. Gardner (1994) liderou uma pesquisa, ao questionar a avaliação escolar, cujos critérios não incluem a análise de capacidades que, no entanto, são importantes na vida cotidiana. Concluiu-se então que as formas convencionais de avaliação apenas traduzem a concepção de inteligência vigente na escola, limitando a valorização da competência lógico-matemática da linguística, e demonstrou que as
demais faculdades também são produtos de processos mentais e que não há motivos para diferenciá-las do que geralmente se considera inteligência.

Dessa forma, ampliou-se o conceito de inteligência, que, em sua opinião, pode ser definido como “A capacidade de resolver problemas ou elaborar produtos valorizados em um ambiente cultural ou comunitário”

¹Nesse enfoque, se enquadra a inteligência emocional (Q.E.), que interfere nas nossas emoções e nos leva a atuar de forma inteligente, a nosso favor ou contra.

Nossa própria dinâmica do mercado implica uma contínua mutação nas organizações. Novos concorrentes, novas tecnologias, novos métodos, novas estratégias e gerenciamentos, enfim, fatos decorrentes de uma economia cada vez mais globalizada, ágil e voltada para a competitividade, ditam o ritmo das atividades nos negócios.

O profissional deve ir além dos conhecimentos adquiridos na faculdade. Desenvolver novas habilidades é importante para o amadurecimento técnico e profissional. Grandes ideias são movidas por grandes ações. Fiorina (2007) expõe que cresceu ouvindo a frase “O que faz consigo é seu presente para Deus”, e ainda: “Se não podemos escolher nossas
circunstâncias, sempre podemos escolher nossas reações a elas. Se não podemos escolher quem somos, sempre podemos escolher sermos algo mais. Parar de escolher é começar a morrer”².

Texto extraído do Artigo Científico: “Elementos Fundamentais para o Perfil Fundamental com Êxito”. Autora: Ingrid Miranda Rabêlo. Orientadora:
Iasnaia Maciel Pinheiro. Ano: 2014. Universidade Católica do Salvador – UCSal.
¹Gardner 1994, pag. 46 – Revista de Gestão e Secretariado, São Paulo – v.1, n.2, p.77- 97, jul./dez.2010.
²Livro Escolhas Difíceis da autora Carly Fiorina, Memórias da Executiva mais Importante no Mundo dos Negócios, pag.23, 2007.

Ingrid Miranda Rabêlo
MBA em Administração e Negócios Internacionais
– UNINTER
Bacharel em Secretariado Executivo – UCSal
Colunista da Executiva News Revista Digital
Contato: (71) 9-8629-2113 (Salvador-BA)
E-mail: miranda.assessoria89@gmail.com

 

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