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O dia que não conheci Oscar Schmidt | Executiva News | Secretariado

Nos últimos meses, estive muito próximo de conhecer Oscar Schmidt. Primeiro, na Rio-2016, quando Camilla, Pedrinho e eu estávamos na fila de entrada para o jogo de basquete masculino entre EUA e China e ele passou, acompanhado da sempre parceira e esposa de longa data Maria Cristina, num carrinho, sendo ovacionado por todos ali presentes.

Recentemente, consegui que ele autografasse, por meio da sempre atenciosa Maria Cristina, algumas peças do Brooklyn Nets. Porém, novamente, o encontro fatal ficou à distância de uma porta fechada.

No dia seguinte, no jogo das estrelas da NBB, mais uma vez ovacionado pelo público presente no Ginásio do Ibirapuera, aqui em São Paulo, Oscar passou a poucos metros de distância.

Recentemente, foi homenageado pela NBA e pelo Brooklyn Nets, que o teria selecionado no Draft de 1984 e comentou um post no Instagram deste que o presente subscreve.

Tudo isso me motivou a usar meu espaço aqui no American Sports para falar do maior jogador brasileiro de Basquete que eu vi jogar. Ah, dirão os “antis”, que ele não jogou na NBA e que esta coluna deve se restringir aos jogadores históricos da Liga, que já são muitos, mas, meu amigo, digo-lhe: para mim, bastam os dois arremessos certeiros no recente Jogo das Celebridades no All-Star Weekend-2017 para já coroá-lo como um dos maiores também da NBA.

E digo: se Oscar não jogou na NBA, azar da NBA e do povo norte-americano que não pôde testemunhar um dos maiores da sua geração.

Podem falar que ele está “maluco”, que é “boca suja”, que “brigou” com os “astros” brasileiros da NBA, sei lá, mas é aplaudido por onde passa e eu fui duas vezes testemunha do acaso.

Oscar é o maior cestinha da história do basquete mundial com 49.737 pontos. Por isso, a alcunha de “Mão Santa”. A conquista do ouro no Pan-1987 é uma das maiores conquistas, mas rivaliza com os anos que jogou no Corinthians.

Por uma das ironias dos Jogos Olímpicos, não conseguiu conquistar uma medalha por seu país.

Em 1991, Oscar foi nomeado um dos 50 maiores jogadores de basquete pela Federação Internacional de Basquetebol (FIBA). Em 2010, foi incluído no Hall da Fama da entidade. A última grande condecoração veio em 2013, quando entrou para o Hall da Fama de basquete dos EUA.

Considerado um dos ídolos de infância de Kobe Bryant, veremos o seu depoimento no documentário “A Estréia”, lançado pela ESPN-Brasil, que contará a história do Draft de 1984, as consequências da escolha de Oscar e de sua vitoriosa carreira pela Seleção Brasileira e em clubes que jogou.

São poucas linhas que abreviam em demasia o que foi e é Oscar Schmidt para o Basquete e Esporte Nacional. Durante a Rio-2016, cheguei a escrever que deveria ter sido ele o escolhido para acender a Pira Olímpica que, no final, ficou (também em boas mãos) sob responsabilidade de Vanderlei Cordeiro.

 

Hoje, do alto dos quase 60 anos, com uma da bandeira do Brasil e outra da Florida State à frente de sua porta, palestrante pelas esquinas deste País, posso dizer que, se Caruaru não quis escutar o “Mão Santa”, podem nos chamar que lá estaremos para aplaudir de pé.

#OscarEterno #OscarMito

Observação – Artigo originalmente publicado no site:

http://americansports12.wixsite.com/americansports

Borny Cristiano So

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