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A era tecnológica e o comércio eletrônico

[Revista Digital] A era tecnológica e o comércio eletrônico – Ingrid Rabêlo

Com o grande avanço tecnológico, a busca por novos conhecimentos gera o desenvolvimento de novas ferramentas digitais, e o consumo destas conduz ao movimento econômico, este que, por fim, modifica a sociedade.

À medida que o mundo está passando por um processo de inclusão digital, permite-nos a possibilidade de conectarmos com pessoas de variados lugares. Essa rapidez e agilidade com que as informações chegam a todo tempo são traços da atual revolução eletrônica da história.

Tudo isso conduzido por grandes sistemas, controlados por códigos, que a todo o momento são atacados por invasores “hackers” que infiltram “vírus” digitais para destruir os sistemas. Porém, há profissionais especializados em criar mecanismos de segurança e bloqueios, impedindo tal ação destruidora.

Pessoas a cada instante buscam o aprimoramento de diversos conhecimentos e vantagens que a Internet nos permite adquirir. Pensando nisso, resolvi compartilhar um pouco sobre a Internet e o comércio eletrônico.

Devido à introdução e sua permanência, bem como atualizações constantes e crescimento mundial, muitas empresas têm investido economicamente em aparelhos tecnológicos e em capacitação profissional para a prática digital.

O desenvolvimento que tem se expandido nas organizações é a Internet (world wide web – www), que auxilia nas atividades da empresa. As ferramentas mais atuais são: e-business, ou eletronic business (negócio eletrônico), aplicado também na Internet e Extranet empresarial.

 

A IBM define e-business como uma forma segura, flexível e integrada de fornecer um valor diferenciado na gestão administrativa, pela combinação de sistemas e processos para a administração e funcionamento de operações centrais, de forma simples e eficiente, alavancada pela aplicação da tecnologia da Internet (Franco Júnior, 2006, p.21).

 

É evidente que a tecnologia, a Internet e os portais de acesso de diversas modalidades de relacionamentos eletrônicos dominam as grandes organizações e seus funcionários a buscarem seu autoconhecimento na vasta imensidão digital.

Tais criações facilitam e dão a identidade para cada empresa e pessoa, possibilitando ao profissional fazer os trâmites que antes eram físicos para “online” (digital).

Diante de tanta evolução e atualização constantes, feito apenas em um “click” (toque), faz-se necessário às organizações tornarem-se digitais.

 

Sob o ponto de vista de Peter Drucker (2000, p.6):

 

O impacto da revolução da informação está apenas começando. Mas a força matriz desse impacto não é a Informática, a Inteligência Artificial, o efeito dos computadores sobre a tomada de decisões ou sobre a elaboração de políticas ou de estratégias. É algo que praticamente ninguém previu, nem mesmo se falava há 10 ou 15 anos: o comércio eletrônico – o aparecimento explosivo da Internet como um canal importante, talvez o principal, de distribuição de produtos, serviços e, surpreendentemente, de empregos de nível gerencial. (COSTA, Gilberto Cézar Gutierrez da. Negócios Eletrônicos, 2013 p.113).

 

Entre as diversas definições existentes referentes ao Comércio Eletrônico, destaca-se a de Kalakota e Whinston (1997) sobre quatro divisões de perspectivas:

 

  • Comunicação é a entrega de informações, produtos e serviços ou pagamentos por meio de linhas de telefones, redes de computadores ou qualquer outro meio eletrônico.
  • Processo de Negócios é a aplicação de tecnologia para a automação de transações de negócio e fluxos de dados.
  • Serviços é uma ferramenta que endereça o desejo das empresas, dos consumidores e da gerência para cortar custos de serviços, enquanto melhora a qualidade das mercadorias e aumenta a velocidade da entrega do serviço.
  • Online provê a capacidade de comprar e vender produtos e informações na Internet e em outros serviços online.

COSTA, Gilberto Cézar Gutierrez da. Negócios Eletrônicos. (2013, p.114).

 

O comércio eletrônico dispõe de alguns benéficos, não apenas para a sociedade consumidora, mas para as organizações e cientes por todo o mundo. Essa rede de comunicação crescente predispõe de interesses e inovações por segundos. Novas ideias, novos projetos, novos olhares e pensamentos se conectam com o mundo digital.

Devemos nos preparar para cada mudança decorrente da tecnologia e seus efeitos.

O intuito deste artigo é fornecer algumas informações e compartilhar dos conhecimentos superficiais sobre a tecnologia, a Internet e as ferramentas que a cada dia nos tem permitido novas oportunidades profissionais e pessoais, permitindo um novo ciclo de empregabilidade e formando milhares de empreendedores atualmente movidos pela capacitação digital.

Para melhor aprofundamento da temática, segue abaixo referência bibliográfica.

COSTA, Gilberto Cézar Gutierrez da. NEGÓCIOS ELETRÔNICOS: Uma abordagem estratégica e gerencial – Curitiba: Intersaberes, 2013.

 

Ingrid Miranda Rabêlo

MBA em Administração e Negócios Internacionais – UNINTER

Bacharel em Secretariado Executivo – UCSal

Colunista da Revista Executiva News Digital

Contatos: (71) 9-8629-2113 (Salvador-BA)

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